Sunday, February 25, 2007




"O amor é o ridículo da vida.
A gente procura nele uma pureza impossível,
uma pureza que está sempre se pondo, indo embora.
A vida veio e me levou com ela.
Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga idéia de paraíso que nos persegue,
bonita e breve,
como as borboletas que só vivem 24 horas.
Morrer não dói."

1 comment:

Anonymous said...

Talento da Lingüística, na retórica e na Semiótica!

"E ergueu no patamar quatro paredes sólidas,
Tijolo com tijolo num desenho mágico..."